Thursday, November 07, 2019

Encontros Internacionais A Minha (nossa) posição

Encontros Internacionais Where I (we) Stand

«Where I (we) Stand» reunirá, entre os dias 22 e 23 de novembro um conjunto de autores, artistas e ativistas, em torno das questões da descolonização da história, dos corpos e das narrativas, mas igualmente da própria estrutura do Museu, enquanto lugar de representação e produtor de conhecimento.

Carousel de eventos

Grada Kilomba, «Illusions Vol. I, Narcissus and Echo». 2017. Aspetos da instalação atualmente em exposição na Coleção Moderna. Fotografia © Márcia Leça
O Museu Gulbenkian desenvolveu ao longo de 2019, no Espaço Projeto da Coleção Moderna, um ciclo de programação dedicado a artistas contemporâneos, nacionais e internacionais, que nas suas obras interrogam e problematizam o passado colonial e o seu legado no presente – um presente ainda por descolonizar, convocando a história, a memória, a experiência da diáspora, propondo narrativas alternativas e dando voz (e imagens) a outros protagonistas. Yto Barrada, Filipa César, Irineu Destourelles (em exposição até 6 de janeiro) são os artistas que desenvolveram projetos realizados especificamente para o espaço. Associada a esta programação e às novas políticas de aquisição de obras da Coleção Moderna, o Museu realizará em novembro os Encontros Where I (we) Stand que terão lugar na Sala Polivalente, junto ao Espaço Projeto. A conceção dos Encontros foi realizada em colaboração com as associações e coletivos Djass, Femafro, Inmune e Padema, com a plataforma Buala e com a investigadora Filipa Lowndes Vicente.
Com o título Where I (we) Stand, os Encontros convocam os lugares da história colonial, com enfoque no passado colonial português, ao mesmo tempo que se ancora no presente para pensar os lugares a partir dos quais defendemos a construção de outras narrativas e ampliamos as possibilidades para outras «imaginações». Nesse sentido, é também o lugar de um posicionamento ativo em relação a estas questões. Quisemos que os Encontros tivessem um enfoque nos feminismos negros que, pelo pensamento e estrutura intersecionais, se cruzam com as problemáticas do colonialismo, da descolonização e do racismo, mas igualmente com as questões de género e de classe. Estas vozes são, há muito tempo, sujeitas a uma dupla invisibilização.
Os Encontros contam com as participações de Ângela Ferreira, Denise Ferreira da Silva, Irineu Destourelles, Melissa Rodrigues, Raquel Lima, Rita Fabiana, Vânia Gala, do projeto Museum Detox e das entidades e Associações Moinho da Juventude, Djass, Femafro, INMUNE e Padema.

Where I (we) Stand

International Meetings Where I (we) Stand

Between 22 and 23 November, Where I (we) Stand will bring together a group of authors, artists and activists around the issues relating to the decolonisation of history, bodies and narratives, but also to the very structure of the Museum as a place of representation and a producer of knowledge.
Throughout 2019, in the Modern Collection Project Space, the Gulbenkian Museum has developed a programming cycle dedicated to national and international contemporary artists whose works question and problematise the colonial past and its legacy in the present – a present still to be decolonised – summoning history, memory, the experience of the diaspora, proposing alternative narratives and giving a voice (and image) to other protagonists. Yto Barrada, Filipa César, Irineu Destourelles (on exhibition until 6 January) are the artists who have developed projects specifically for the space. Associated with this programme and new acquisition policies for works in the Modern Collection, in November the Museum will host the Where I (we) Stand Meetings in the Multipurpose Room, next to the Project Space. These meetings were conceived in collaboration with the associations and collectives Djass, Femafro, Inmune and Padema.
With the title Where I (we) Stand, the Meetings summon the places of colonial history, focusing on the Portuguese colonial past while anchoring itself in the present to reflect on the places from which we defend the construction of other narratives and expand possibilities to other ‘imaginations’. In this sense, it is also the site of an active positioning in relation to these issues. The Meetings intend to focus on black feminisms that, through intersectional thinking and structure, deal with problems of colonialism, decolonisation and racism, but also with issues of gender and class. Such voices have long been subject to a process of double invisibility.
Participating in the Meetings are Ângela Ferreira, Denise Ferreira da Silva, , Irineu Destourelles, Melissa Rodrigues, Raquel Lima, Rita Fabiana, Vânia Gala, the Museum Detox project and the Entities and Associations of Youth Mill, Djass, Femafro, INMUNE and Padema.

Tuesday, October 15, 2019

What will be? Conference Strategies, practices and performances in social arts

What will be? Conference
Strategies, practices and performances in social arts

PROGRAMME
DAY 1
OCTOBER 21, MONDAY
Auditorium, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
09h30
Welcome
10h00 – 12h00
Panel 1
Chair:
José Pedro Regatão | Community Public Art: Promoting Social Change
Jody Wood | Power of the Temporary: Social Art in Spaces of Transitional Living Mariana Carrolo |
Vânia Gala | Choreographies of Disappearance: opacity as a generative withholding
12h00 – 14h30 Outdoor Patio, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
Q.B. Performance (Helena Elias)
15h00 – 15h50
Keynote Speaker – Anna Viola Hallberg and Thomas Oldrell
16h00 – 16h10
Coffee break
16h10 – 17h00
Keynote Speaker – Anne Douglas
17h00
Concluding remarks

Drawing as a process to communicate the inmate's experience: Perception and Representation of Space
DAY 2
OCTOBER 22, TUESDAY
Auditorium, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
10h00 – 12h00
Panel 2 Chair:
Catarina Pires | Subversion as a Resistance Strategy in Artistic Activism Skider Md Zulkernine |
José J. G. Moura, Ana Alves Pereira, Isabel Roxo | What is a library for? What way to the future?
António Figueiredo Marques | Parasomnia: Sleep against capitalism

12h00 – 12h50
Keynote speaker – Sofia Wiberger
13h00 – 14h00
Lunch
14h00 – 14h50
Keynote speaker – Team of ‘Um Monumento para o Lousal’
14h50 – 15h00
Coffee break
15h00 – 16h30 Meeting room, Floor 1, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
Workshop Public Ethics/Urgent matters (Anna Viola Hallberg and Thomas Oldrell)
16h40 – 17h40 Meeting room, Floor 1, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
Performance Manifest (Isabel Costa & Daniel Gamito Marques)

The Relationship Between Museums and their Communities in Bangladesh: Challenges and Opportunities
17h40 – Concluding remarks

https://whatwillbeconference.weebly.com/
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2 OUT'19 | Ciclo de Conversas AFROPORT - Afrodescendência em debate


O Projeto AFRO-PORT: Afrodescendência em Portugal: sociabilidades, representações e dinâmicas sociopolíticas e culturais. Um estudo na Área Metropolitana de Lisboa convida para a Conversa "Afrodescendência em Debate", integrada no Ciclo de Debates AFRO-PORT, com lugar na Casa Ninja (Av. Duque de Loulé 3A, Lisboa), dia 2 de outubro de 2019, às 18h30.
São convidados(as) para a conversa Kitty Furtado, Ana Tavares, Ana Tica, Evalina Dias, Vânia Gala, Rui Landim e Tito, com moderação de Sadiq Habib.
Entrada livre!



https://cesa.rc.iseg.ulisboa.pt/index.php/pt/arquivo-noticias

Saturday, October 05, 2019

What will be conference

Friday, October 04, 2019

AFRO-PORT debate

Conversas AFRO-PORT: Afrodescendência em debate

2 de Outubro 2019
18:30 TodoMundo
Av. Duque de Loulé 3A  1050-085 Lisboa




Em dezembro de 2013 as Nações Unidas proclamaram a década internacional do dos Afrodescendentes (2015-2024) sob o mote: Reconhecimento, justiça e desenvolvimento. Desde então o termo afrodescendente tem sido cada vez mais mobilizado por instituições e movimentos em contextos variados
O projeto AFRO-PORT: Afrodescendência em Portugal: sociabilidades, representações e dinâmicas sociopolíticas e culturais. Um estudo na Área Metropolitana de Lisboa, propõe-se a conhecer a população portuguesa de origem africana, cuja autoidentificação como afrodescendente orienta a sua participação no cenário social português. A investigação assume como objetivos:
  1. 1)  Questionar a afrodescendência como uma categoria associada à história colonial;
  2. 2)  Interrogaraemergênciadosafrodescendentescomonovocoletivoeoseuestatuto
    na sociedade portuguesa;
  3. 3)  Compreender quais os mecanismos que excluem a afrodescendência enquanto
    uma identidade específica e, em simultâneo, identificar os processos de afirmação
    coletiva e de conquista de direitos e reconhecimento social;
  4. 4)  Identificar as principais dinâmicas do ativismo e da participação cultural.
Enquanto espaços de produção coletiva de conhecimento, guiados pela metodologia horizontal que inspira o projeto no seu todo, as Conversas AFRO-PORT: Afrodescendência em debate, pretendem ser espaços seguros de encontro para o encontro de pessoas e movimentos negros-africanos em Portugal, promovendo a reflexão e discussão sobre os diferentes usos do termo afrodescendente. Como ponto de partida para a conversa, propomos questões tais como:
  1. 1)  OquesignificaserafrodescendenteemPortugal?Quemcabenestetermo?Quem usa e quem reivindica?
  2. 2)  Estamos face à uma categoria social? Como pensam e se posicionam os movimentos negros-africanos em Portugal em relação à afrodescendência?
  3. 3)  Afrodescendente: um simples termo ou um quadro conceptual?
Estas e outras questões estarão na base da discussão com um painel de mulheres e homens negras com reflexão e diferentes tipos de conhecimento produzido sobre estas temáticas.

O AFRO-PORT: Afrodescendência em Portugal: sociabilidades, representações e dinâmicas sociopolíticas e culturais. Um estudo na Área Metropolitana de Lisboa, é um projeto sediado no Centro de Estudos Sobre África e Desenvovimento (CESA), financiado pela FCT e coordenado pela professora Iolanda Évora


page2image45369792Ana Cristina Pereira
Investigadora Doutoranda, CECS — Universidade do Minho
Ana Cristina Pereira (também conhecida como Kitty Furtado) aguarda defesa da tese de doutoramento em Estudos Culturais intitulada Alteridade e identidade na ficção cinematográfica em Portugal e em Moçambique, no Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), da Universidade do Minho, pelo qual é bolseira FCT. Tem como principais interesses de investigação: racismo, identidade social, representações sociais e memória cultural no cinema pós-colonial, sobre os quais tem editados vários artigos científicos em publicações nacionais e internacionais. É membro do projeto Memória, Culturas e Identidades: o passado e o presente das relações interculturais em Moçambique e Portugal, financiado pela FCT e pela Fundação Aga Khan e também do projeto A margem do cinema português: estudo sobre o cinema português afrodescendente produzido em Portugal, financiado pela Fundação Gulbenkian.

Ana Tavares
Ana Tavares, filha de cabo-verdianos, nasce em Lisboa em 1991. No percurso da sua vida, passada em Portugal, sente-se conectada a Cabo Verde e à cultura cabo-verdiana através dos seus pais e família, contudo nunca chega a aprender o crioulo. Nessa tentativa de se encontrar, decide fazer o seu trabalho de investigação de mestrado na cidade da Praia, o que resulta de um aprofundamento da história colonial e da luta anti-racista. Agora, arquiteta, pretende, a partir da sua prática profissional, trabalhar no sentido de combater as desigualdades e injustiças existentes. Foi membro do NARP (Núcleo Anti-racista do Porto).

page2image45367504Ana Tica
Afrodescendente licenciada em Animação Sociocultural e mestranda em Gestão de Organizações de Economia Social.
Ana Tica nasceu em Lisboa, em 1979, e é de origem cabo-verdiana. É Atua desde 2001 em movimentos anti-racistas e em projetos de combate à exclusão social. Parte do seu trabalho tem incidido o sobre o Artivismo como ferramenta de produção de
subjetividades. Realizou em 2006, a Iniciativa Juvenil Putos Qui ata Cria, galardoada como boa prática pelo Comissariado Europeu para a Educação, Formação, Cultura e Juventude, e, em 2011 realizou o filme documentário Nôs Terra, centrado no processo de construção de um contra discurso protagonizado por jovens negros portugueses.
Trabalha em Desenvolvimento Comunitário, procurando responder a necessidades, interesses e aspirações de comunidades urbanas vulneráveis, envolvendo-as como agente do seu próprio desenvolvimento sustentável.
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Evalina Dias
Gestora de projetos, Djass - Associação de Afrodescendentes
Portuguesa de origem africana (Guiné-Bissau) é licenciada em Gestão e Administração Pública (especialização em Gestão de Recursos Humanos) pelo ISCSP e mestre em Estudos do Desenvolvimento (especialização em Desenvolvimento Sustentável) pelo ISCTE.
Conta com larga experiência profissional em cargos administrativos e de assessoria desempenhados na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e no Parlamento Europeu (Bruxelas e Lisboa). Recentemente exerceu funções de consultoria em desenvolvimento comunitário na Fundação Aga Khan Portugal. Ativista pelos direitos humanos e das populações migrantes em Portugal, é fundadora e vice-Presidente da associação DjassAssociação de Afrodescendentes e membro em organizações que promovem a defesa dos direitos das mulheres, comunidade LGBT e refugiados. Considera como valores fundamentais a justiça, a igualdade e a equidade.


page3image45400272Rui Landim
Afrodescendente.
Nasceu em Vila Franca de Xira - Lisboa em 1991. Identifica-se como cabo-verdiano de corpo e alma. Encontra-se neste momento a acabar a licenciatura em Estudos Africanos, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.. Vai trilhando aos poucos com dedicação e alguns sobressaltos o seu caminho enquanto filho da diáspora. Desde de 2014 que tem procurado atuar junto das comunidades afrodescendentes e também junto da academia tentando promover um pensamento crítico e afrocentrado. Foi também coordenador do Núcleo de Estudos e Estudantes Africanos da Faculdade de Letras. Núcleo esse que tinha como principais objectivos promover África nas suas várias vertentes artísticas e culturais, abrir caminho para o debate de assuntos gerais sobre África que a imprensa em geral e a academia em Portugal ignoravam e criar um espaço de integração e união entre os alunos africanos da Faculdade. Neste momento trabalha na área do investimento imobiliário, e tem vários projectos em fase embrionária virados para a comunidades de afrodescendentes.


Vânia Gala
Coreógrafa e investigadora doutoranda, Kingston University, Londres
page4image45102288Vânia Gala é coreógrafa e investigadora, residente em Londres. Tem um bacherelato em Dança pela EDDC (European Dance Development Center, Arnhem) e um Mestrado em Coreografia com Distinção pelo Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance (Londres). É doutoranda na Kingston School of Arts e bolseira da PASS (Kingston University). As suas coreografias e mesas conversacionais exploram o potencial crítico do desaparecimento, opacidade e evasão em coregrafia no tempo presente. Em 2005 recebeu o prêmio de “Melhor Performance Feminina” no Dublin Fringe Festival. Em 2007 actuou no 1o Pavilhão Africano na Bienal de Veneza. Recentes criaçōes incluem “CoolingDown Signs” uma comissão Pan-Europeia da Beyond Front@ apresentada no Dance Week Festival (Croácia), D.I.D (Áustria), Front@ Festival (Eslovénia), Bakelit (Hungria). Em 2019 recebeu o prémio de Melhor Coreografia do Prémio Guia de Teatros pela sua colaboração com a companhia teatro Griot. Colaborou como performer com Les Ballets C. de La B., Constanza Macras e Sonia Boyce. Os seus trabalhos foram apresentados em Angola, Portugal, Noruega, Alemanha, Irlanda, Reino Unido, Austria e Federação Russa.

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Vítor Gonçalves (Tito)
Artista, músico, empreendedor
Nasceu em Lisboa poucos meses depois da Revolução, filho de pais Cabo-verdianos, passou sua infância e juventude na cidade da Praia, em Cabo Verde. Viajou para Europa, América do Norte e do Sul e regressou em Lisboa, estavelmente, cinco anos atrás para começar o seu próprio projeto cultural. Hoje é gerente de um pequeno atelier em Mouraria onde organiza eventos musicais e artísticos, focando e refletindo sobre a africanidade da cidade de Lisboa e suas conexões com Cabo Verde e outros países Africanos.

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Sadiq Habib
Investigador do projecto AFRO-PORT
Nascido na Lisboa dos anos 80 no seio de uma recém-chegada família-comunidade indiana-muçulmana, com raízes em Moçambique e no Gujarat, as práticas de interpretação e tradução intercultural inerentes a uma existência minoritária conduziram-no a uma licenciatura em antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas em 2007.
Desde então, adoptou como objeto de pesquisa central as diásporas muçulmanas no Ocidente, visando o auto-conhecimento e a resposta ao ao clima crescentemente islamofóbico do pós-11 de Setembro. Tendo terminado uma pós-graduação em Migrações, Inter-Etnicidades e Transnacionalismo em 2012, obteve no mesmo ano uma bolsa completa para um programa interdisciplinar em Estudos Islâmicos e Humanidades no Instituto de Estudos Ismailis em Londres, que completou em 2015 com a obtenção de um mestrado em Pensamento Político Comparativo pela SOAS (School of Oriental and African Studies, Universidade de Londres). ~
Desde 2018, é doutorando na mesma instituição, em Religiões e Filosofias, onde investiga a reconstrução identitária de jovens adultos Ismailis em Lisboa, à luz dos enovelamentos entre esta comunicadade muçulmana e o colonialismo e pós-colonialismo português.

Wednesday, August 28, 2019

Perform/Performance/Performative Symposium

Perform/Performance/Performative


This half-day symposium discusses the interrelated concepts associated with the words, ‘perform, performance, and performative’ through the work of researchers in choreography, lens-based media, aesthetics, and conceptual art. Each panellist presents and delivers their ideas in various formats unique to their practice within the 30 minutes allocated. Coming from diverse backgrounds, the projects question and challenge the canons, hierarchy, and hegemony constructed by the processes of modernity in each specific and particular research context.


Saturday 7th Step. 2019

White Conduit Projects
1 White Conduit Street, N19 London









































2:00 Arrival

2:10 Introduction by Ayano Hattori

2:15- 2:45 Vânia Gala:
Choreographies of Disappearance: Generative Withholdings in Performance

2:55- 3:25 Ayano Hattori:
Performative Use of Camera in Post-3.11 Japan

3:35- 4:05 Houchoul Lee:
Visualisation of Individuality

4:15- 4:45 Simon Josebury:
Quotidian Coquetry

5:00 Close
https://www.eventbrite.co.uk/e/performperformanceperformative-tickets-68792085981?utm-medium=discovery&utm-campaign=social&utm-content=attendeeshare&aff=escb&utm-source=cp&utm-term=listing