Friday, April 19, 2019

Wednesday, March 06, 2019

Critical Dialogues Issue 10: ‘No Body’

Critical Dialogues Issue 10  

Critical Dialogues ‘No Body’ is guest-edited by CP’s Associate Artist Adelina Larsson with pieces by Nadja Hjorton, Lz Dunn, Sarah Hoboult, Geumhyung Jeong and Vânia Gala. The featured topic places the absent body in relief against the non-sighted body and the aliveness of objects, culminating in a meditation on what absence might mean in today’s post-fordist era. The issue incorporates practitioner reflections, academic excerpts and a playful interview to present a rich collective montage of writing that delves deep into the interplay between liveness and death, drawing parallels between timely feminist, queer, disability and artistic concerns. 

https://issuu.com/criticalpath2/docs/criticaldialogues_10_draft53

Monday, March 04, 2019

Critical Possibilities| Critical Absences: devices, machines and other hybrid associations

Critical Possibilities| Critical Absences: devices, machines and other hybrid associations

Possibilidades críticas – ausências críticas: dispositivos, máquinas, pessoas e outras associações híbridas

This article explores the potential of absence, invisibility and disappearance as fundamental ideas for choreography in the present time. Capitalism is a main provider of "experiences" making performativity a central locus of productivity. Our relation with objects is defining new relations that moved away from our role of object users. As performance becomes a core feature of capitalism could a refusal to perform or a withdrawal provide a critical stance on the way we live today? Such refusal encapsulates a radical aspect in a time where performance seems to cooperate with capitalism. To leave the stage to an "object performer" is to engage with other meanings and worlds that might translate our present hybrid world characterized by a growing dependence of the human body and technology.

Este artigo explora o potencial da ausência, invisibilidade e desaparecimento como ideias fundamentais para a coreografia no tempo presente. O capitalismo é o fornecedor principal de "experiências", colocando a “performance” no locus central de produtividade. A nossa relação com os objetos define novas relações, distintas e mesmo distantes do nosso papel de simples usuários. À medida que a “performance” se torna a característica central do hiper-capitalismo, poderá uma recusa em "performar", um esconder do "performer" oferecer um olhar crítico sobre a nossa forma de viver? Uma recusa em "performar" encapsula um aspecto radical numa época em que a "performance" colabora ativamente com o capitalismo. Desaparecer, deixar o palco a um "objecto-performer" é engajar com outros significados e mundos possíveis que traduzem a nossa crescente dependência entre corpo humano e tecnologia.

Disponível em:
doi 10.17648/trans-2017-90425

‘Discarded Things Once Loved’ by James Armstrong

‘Discarded Things Once Loved’ was originally created as part one of a two movement composition for a dance production choreographed by Vania Gala at the University of Northampton. Initially, James began making textural recordings by playing various hand percussion instruments and non-musical objects against muted strings. Things like rattles, shakers and hand drums were used to bring out the non-standard qualities of the electric guitar. He added some more conventional drones by sending swells through the usual delay and reverb combination so that it retains some of the characteristics of my previous releases. Everything was improvised and none of the sounds recorded were planned and James would like listeners to treat the album as an opportunity for discovery, to allow the longform recordings time and space to evolve.

All of the items that were used to play the guitar were gifts from an ex-partner and their family. As much as James was trying to avoid thinking about that period of time, there was no escaping it when the items were physically in his hands. From here the title ‘Discarded Things Once Loved’ emerged as the instruments had been hidden away gathering dust for quite some time. James also strived to see what sort of sounds could be created as a result of playing the guitar in such a way that the majority of his control and intention was removed from what came out of the instrument.
  

credits

released March 10, 2018

Written and produced by James Armstrong
Mastered by Alexander Roberts
Photography by Penny Day
Artwork by Harry Towell

license

all rights reserved







https://whitelabrecs.bandcamp.com/album/discarded-things-once-loved

Saturday, September 22, 2018

Que ainda alguém nos invente


Hoje será o penúltimo dia! As 21:30 venham



    Foto Sofia Berberan

Que ainda alguém nos invente
























https://www.timeout.pt/lisboa/pt/teatro/que-ainda-alguem-nos-invente

Que ainda alguém nos invente

"Que ainda alguém nos invente"
Co-produção Teatro GRIOTTeatro Municipal do Porto - Rivoli . Campo Alegre
Do ponto de vista de Inocência Mata (Inocência Matta):
"A novidade, a originalidade, o imprevisível, a complexidade das personagens (às vezes nem se percebia quem falava, isto é, "o que" falava, se a Nginga se o espectro.
Parabéns ao GRIOT!"
















































                                                                    Foto Sofia Berberan

Friday, September 21, 2018

Que ainda alguém nos invente


"Que ainda alguém nos invente"
co-produção Teatro GRIOT/ Teatro Municipal do Porto - Rivoli . Campo Alegre
Do ponto de vista de  António Pinto Ribeiro
"Caos festivo, corpos maleáveis e energia contaminadora, as palavras em cadeia passam como num corredor de energia entre as bocas, os corpos, as cores...
pode haver um iglô africano? pode! um iglô-abrigo que se descompõe pelo calor e frequência térmica das palavras....
Gosto dos objectos de uso comum dispersos pelo palco, objectos de casas austeras, de vidas muito modestas, mas ainda assim contendo faíscas de energia e de alegria de cor...."


  Foto Sofia Berberan

Wednesday, September 19, 2018



Atenção! Última semana!
"Que ainda alguém nos invente"
Inspirado na vida da Rainha Njinga Mbandi
até dia 23 de Setembro todos os caminhos vão dar ao Teatro do Bairro!
qua a sáb 21:30; dom 17:00


https://www.rtp.pt/noticias/cultura/teatro-griot-estreou-em-lisboa-a-peca-que-ainda-alguem-nos-invente_v1099592

Tuesday, September 18, 2018



É um ritual que vacila entre o orgulho e o remorso. Entre o conflito e a confidência fundem-se os papéis de rainha e mulher. Deixa-se de se distinguir quem é quem na glória e na vaidade, pois o atrevimento também é próprio da conquista.
Njinga Mbandi invoca os seus mortos numa conversa consigo mesma, fala do que foi e do que poderá nunca ter sido, não esgota o seu transe em estórias reféns do seu tempo. Resistindo sempre, dissimuladamente. Atormentando e perseguindo à vez ora homens ora vontades, as suas e as dos a si entregues, guerreiros, escravos e traidores. Filha, irmã e amante, Njinga terá tempo de contar a sua versão, escusando-se ao logro de um passado forjado, divinizado e imaculado no seu desígnio. 
texto dramático inédito: Ricardo P. Silva
encenação: Paula Diogo
actores: Daniel Martinho, Gio Lourenço, Matamba Joaquim, Zia Soares
movimento: Vânia Gala
materiais cénicos: Francisco Vidal
espaço cénico e figurinos: Mariana Monteiro
luz: Pedro Correia
música original: DJ Marfox e DJ N.K.
design de som: Chullage
assistência de encenação: Carlos Alves
tradução para kimbundo: Galiano Neto
fotografia: Sofia Berberan
vídeo teaser: David Cardoso
produção executiva: Urshi Cardoso
co-produção: Teatro GRIOT, Teatro Municipal do Porto
Duração aprox. 1h30
M/14
RESERVAS: 21 347 33 58 | 91 321 12 63 (15h - 19h)



Que ainda alguém nos invente

Que ainda alguém nos invente
texto inédito de Ricardo P. Silva
encenação de Paula Diogo
com Daniel MartinhoGio LourençoMatamba JoaquimZia Soares
movimento Vânia Gala
materias cénicos Francisco Vidal
figurinos e espaço cénico Mariana Monteiro
luz Pedro Correia
música DJ MarfoxDJ N.K.
design de som Chullage
fotografia: Sofia Berberan
co-produção Teatro GRIOT, Teatro Municipal do Porto - Rivoli . Campo Alegre
em cena no Teatro do Bairro
13 a 23 de Setembro
qua a sáb 21:30, dom 17:00
Reservas 212373358 | 913211263 (15h - 19h)