Thursday, February 25, 2021

TaPRA (Theatre and Performance Research Association) Conference 2019

TaPRA (Theatre and Performance Research Association) Conference 2019
“Dispossession: Agency, Ecology and Theatrical Reality”

TaPRA 2019 University of Exeter


Vânia Gala 
Other Possible choreographies: The Potential of the Missing Performer

This talk assumes the performative conversational form in a round-table with the participants. It will be written in the way my practice is experienced, attempted: interrupted by scores and chance procedures.
I will frame questions related to the potential of withdrawal, opacity and disappearance as fundamental ideas for choreographic performance in the present time.

By approaching performance from this perspective I aim at filling in gaps resulting from the exploitative ceasura between "Nature" and " Society" (Moore, 2015) created by capitalism. For performance to focus on this caesura, on the empty interval between "Nature" and "Society" produced by exploitative capitalism is to open up performance to other alternative performances, knowledges and even concepts often "reduced" (Glissant, 1997) or ignored. Moreover, such an approach can prove productive in revealing performance's generative capacity under a time characterized by hyper presence and a compulsion to perform. As performance becomes a core feature of hyper-capitalism could a refusal to perform or a withdrawal of the performer provide alternatives or critical stance on the way we live today? What other presences,existences, knowledges have been ignored by performance because of the ineherited division of "Nature" and "Society"? How can choreography move away from the aesthetic burden object/subject divide inherited from modernism? Finally, I ask in what ways are we not as performance artists presently endeavouring in visible resistance but accomplices in the present form of capitalism?

This contribution will be taking a look at some arrangements present in the works of Bousier, Hammons, Verdonk and Jeong from this perspective and locating them under a broader performance studies perspective through the lenses of Haraway, Latour, Agamben, Glissant and Kunst's considerations.

Vânia Gala Choreographer and researcher based in London. She holds a MAC with Distinction (Trinity Laban) and is a PhD candidate at Kingston University. Collaborations as performer have involved Les Ballets C. de La B., Constanza Macras and Sonia Boyce. Recent creations include “Cooling Down Signs” a Pan- European commission by Beyond Front@ performed at Dance Week Festival (HR), D.I.D (AT), Front@ Festival (SI), Bakelit (HU). In 2019 she was awarded Best Choreography Award by Theatre Guide Awards (Portugal). 

Thursday, September 5 2019
 
2:00pm BST
Working Group Session 3: Theatre, Performance and Philosophy 

Dance of Belém 2011

Press link above for video 

Dance of Belém, 2011 | Instalação video
Credits:
Dancer - Vania Gala
Soundtrack - DJ Johnny 
Camera - Ines Amado; Sandro Resende
Producers - Paul Goodwin; Bruno Malveira
Director - Sonia Boyce
Special thanks to: Ines Amado; Paul Goodwin; P28

Dance of Belem - a Sonia Boyce project (2011)


Monday, March 02, 2020

LABORATÓRIO COREOGRÁFICO IMPRUDENTE

LABORATÓRIO COREOGRÁFICO IMPRUDENTE
Formadora Vânia Gala
Partindo da ideia de posicionamento enquanto acto performativo ou, mais mundanamente, enquanto posição assumida em, com ou dentro de corpos, iremos enquadrar perguntas e especular em conjunto sobre posicionamentos específicos numa oficina coreográfica e na forma de performances conversacionais à volta de uma mesa comprida com os participantes. 
- Horários -
Quinta-feira, 12 de março:
18h00-20h30 (Oficina Imprudente - Ateneu de Coimbra)
21h30-23h00 (Mesa para Práticas Imprudentes - Ateneu de Coimbra)
Sexta-feira, 13 de março:
14h00-18h00 + 19h30 - 22h (Oficina Imprudente - Ateneu de Coimbra)
Sábado, 14 de março:
10h00-13h00 + 15h00-19h00 (Oficina Imprudente - Ateneu de Coimbra)
Domingo, 15 de março:
10h00-13h00 (Oficina Imprudente- Ateneu de Coimbra)
14h30-17h30 (Mesa para Práticas Imprudentes - Encerramento - Salão Brazil)

Custo: Gratuito
- Vagas Limitadas -
Inscrições a partir do dia 15 de fevereiro pelo seguinte link
pwww.bit.do/labcoreograficoimprudente

MESA PARA PRÁTICAS IMPRUDENTES
Esta apresentação assume a forma de uma performance conversacional, a partir de uma mesa comprida com os participantes. Ela será escrita gerada e desenvolvida de forma semelhante à experienciação da minha prática tentada: interrompida por procedimentos aleatórios e outras intervenções inesperadas.
Partindo da ideia de posicionamento enquanto acto performativo ou, mais mundanamente, enquanto posição assumida em, com ou dentro de corpos, iremos enquadrar perguntas e especular em conjunto sobre posicionamentos específicos. Mais do que seguir as palavras "Ousadia" ou "Imprudência" a intenção é interpelar os modos como essas palavras podem ser praticadas no quotidiano presente. Quais os potenciais críticos desses posicionamentos? Iremos experimentar e olhar performances que se recusam a se actualizarem de forma particular ou mesmo aquelas que recusam certas chamadas para serem realizadas.
Ao abordar a performance a partir deste ponto de vista, pretendo criar uma abertura e partilhar performances, conhecimentos e mesmo conceitos alternativos que são frequentemente «menorizados» (E. Glissant, 1997) ou ignorados. Além disso, uma tal abordagem pode revelar-se produtiva nas trocas de performances imprudentes e generativas num tempo caracterizado por hyper-presença e compulsão para performar.

OFICINA DE IMPRUDÊNCIAS 
Serão propostas diferentes áreas de inspiração para criar material que sirva à criação coreográfica relacionadas com ousadia e imprudência. Partiremos dos corpos e exploraremos posicionamentos específicos: posições invertidas, uso de forças opostas em relação.
Através de propostas posicionais e de lugar investigaremos em grupo o processo criativo de composição. Será dada especial atenção a aspectos não-hierárquicos comuns às práticas de colaboração nos processos coreográficos.
Como organizar e desorganizar actos performativos num lugar particular e em corpo(s) fazendo uso de ferramentas de improvisação e de auscultação. Estudaremos atentamente diversas metodologias de auscultação.
O dar voz ao não óptico. Explorar-se-ão novas capacidades de corpos infrequentes como performers (matérias, "coisas", lugares). A tarefa é aproximarmo-nos do “não- assinalado, não-falado, não-visto“ (Phelan, 1993) e o “não-ligado“ (Latour, 2005) na performance através de estratégias de auscultação. Assumir riscos na criação: (des)ocupação dos corpos, fragmentação, precaridade e suas (in)visibilidades no espaço performativo.
Práticas ou actos performativos não-normativos. A (não)performance (Moten, 2017) como algo fora da normatividade, fora da compulsão acrítica de actuar. Aqui pretende-se interpelar o valor transgressivo incontestável da presença e o privilegiar do "vivo" e "vivacidade" assumidos nas artes performativas que ignoram as presentes condições de produção. A teórica Eslovena Bojana Kunst aponta que "o capitalismo estabelece-se como o tipo de sistema que, na sua etapa final, se torna um sistema que abraça todos os comportamentos profanos (transgressão, rebelião, negatividade, provocação, consumo radical, etc.). Essa hiper-performatividade, contrariamente ao que muitos poderão pensar - particularmente nas artes performativas- evidencia o poder normativo da performance em detrimento das suas possibilidades críticas.
Exploraremos actos de evasão, actos de recusa, micro-actos esquecidos como formas transgressivas no tempo presente. O esconder, a camouflage como actos transgressivos. Explorar este posicionamento particular é abrir espaço para outras possíveis coreografias que emergem da opacidade e resistem à compulsão performativa do tempo presente. O que pretendo aqui é explorarmos a oclusão não apenas por uma questão estética, mas como um valor político, um meio de preservar certas práticas e dimensões da existência do poder regulatório e da redução normativa, bem como a sua capacidade generativa na criação de formações relacionais radicalmente novas nas atuais circunstâncias.
PRODUÇÃO
Solar des Kapängas e República Ninho da Matulónia
IMAGEM GRÁFICA
qui mera
FINANCIAMENTO
22a Semana Cultural da UC
APOIO
JACC
Salão Brazil
Ateneu de Coimbra
Junta de Freguesia dos Olivais

Thursday, January 16, 2020

Mesa para Práticas de Cabeça para Baixo ou De Pernas para o Ar

Mesa para Práticas de Cabeça para Baixo ou De Pernas para o Ar
Vânia Gala e participantes



22 Nov. 2019 | Fund. Calouste Gulbenkian

Fotos Gomes, S e Marques, L






































 


















Tuesday, November 26, 2019

Mesa de Práticas de Cabeça para Baixo ou de Pernas para o Ar

 Mesa para Práticas de Cabeça para Baixo ou De Pernas para o Ar
Vânia Gala e participantes


22 Nov. 2019 | Fund. Calouste Gulbenkian

Saturday, November 23, 2019

Mesa para Práticas de Cabeça para Baixo ou De Pernas para o Ar

 Mesa para Práticas de Cabeça para Baixo ou De Pernas para o Ar
Vânia Gala e participantes


22 Nov. 2019


Esta apresentação assume a forma de uma performance conversacional, a partir de uma mesa redonda com os participantes. Partindo da ideia de posicionamento enquanto acto performativo ou,  mais mundanamente, enquanto posição assumida em, com ou dentro de corpos negros, iremos enquadrar perguntas e especular em conjunto sobre posicionamentos específicos.
Ao abordar a performance a partir deste ponto de vista, pretendo criar uma abertura e partilhar performances, conhecimentos e mesmo conceitos alternativos que são frequentemente "memorizados" (E. Glissant,1997) ou ignorados. Além disso, uma tal abordagem pode revelar-se produtiva nas trocas de performances generativas que se manifestam em práticas opacas e frequentemente indecifráveis ou de enunciaçōes específicas que podem constitutuir um convite para outras possíveis futuridades colectivsa.

Matérias diversas:


  • "Trouxa" ou objecto criado no âmbito do espectáculo "Que Ainda Alguém Nos Invente", textos sobre Njinga pela companhia Griot | Objecto cénico de Mariana Monteiro
  • Cartão (textos traduzidos por Apolo de Carvalho)





Thursday, November 07, 2019

Encontros Internacionais A Minha (nossa) posição

Encontros Internacionais Where I (we) Stand

«Where I (we) Stand» reunirá, entre os dias 22 e 23 de novembro um conjunto de autores, artistas e ativistas, em torno das questões da descolonização da história, dos corpos e das narrativas, mas igualmente da própria estrutura do Museu, enquanto lugar de representação e produtor de conhecimento.

Carousel de eventos

Grada Kilomba, «Illusions Vol. I, Narcissus and Echo». 2017. Aspetos da instalação atualmente em exposição na Coleção Moderna. Fotografia © Márcia Leça
O Museu Gulbenkian desenvolveu ao longo de 2019, no Espaço Projeto da Coleção Moderna, um ciclo de programação dedicado a artistas contemporâneos, nacionais e internacionais, que nas suas obras interrogam e problematizam o passado colonial e o seu legado no presente – um presente ainda por descolonizar, convocando a história, a memória, a experiência da diáspora, propondo narrativas alternativas e dando voz (e imagens) a outros protagonistas. Yto Barrada, Filipa César, Irineu Destourelles (em exposição até 6 de janeiro) são os artistas que desenvolveram projetos realizados especificamente para o espaço. Associada a esta programação e às novas políticas de aquisição de obras da Coleção Moderna, o Museu realizará em novembro os Encontros Where I (we) Stand que terão lugar na Sala Polivalente, junto ao Espaço Projeto. A conceção dos Encontros foi realizada em colaboração com as associações e coletivos Djass, Femafro, Inmune e Padema, com a plataforma Buala e com a investigadora Filipa Lowndes Vicente.
Com o título Where I (we) Stand, os Encontros convocam os lugares da história colonial, com enfoque no passado colonial português, ao mesmo tempo que se ancora no presente para pensar os lugares a partir dos quais defendemos a construção de outras narrativas e ampliamos as possibilidades para outras «imaginações». Nesse sentido, é também o lugar de um posicionamento ativo em relação a estas questões. Quisemos que os Encontros tivessem um enfoque nos feminismos negros que, pelo pensamento e estrutura intersecionais, se cruzam com as problemáticas do colonialismo, da descolonização e do racismo, mas igualmente com as questões de género e de classe. Estas vozes são, há muito tempo, sujeitas a uma dupla invisibilização.
Os Encontros contam com as participações de Ângela Ferreira, Denise Ferreira da Silva, Irineu Destourelles, Melissa Rodrigues, Raquel Lima, Rita Fabiana, Vânia Gala, do projeto Museum Detox e das entidades e Associações Moinho da Juventude, Djass, Femafro, INMUNE e Padema.

Where I (we) Stand

International Meetings Where I (we) Stand

Between 22 and 23 November, Where I (we) Stand will bring together a group of authors, artists and activists around the issues relating to the decolonisation of history, bodies and narratives, but also to the very structure of the Museum as a place of representation and a producer of knowledge.
Throughout 2019, in the Modern Collection Project Space, the Gulbenkian Museum has developed a programming cycle dedicated to national and international contemporary artists whose works question and problematise the colonial past and its legacy in the present – a present still to be decolonised – summoning history, memory, the experience of the diaspora, proposing alternative narratives and giving a voice (and image) to other protagonists. Yto Barrada, Filipa César, Irineu Destourelles (on exhibition until 6 January) are the artists who have developed projects specifically for the space. Associated with this programme and new acquisition policies for works in the Modern Collection, in November the Museum will host the Where I (we) Stand Meetings in the Multipurpose Room, next to the Project Space. These meetings were conceived in collaboration with the associations and collectives Djass, Femafro, Inmune and Padema.
With the title Where I (we) Stand, the Meetings summon the places of colonial history, focusing on the Portuguese colonial past while anchoring itself in the present to reflect on the places from which we defend the construction of other narratives and expand possibilities to other ‘imaginations’. In this sense, it is also the site of an active positioning in relation to these issues. The Meetings intend to focus on black feminisms that, through intersectional thinking and structure, deal with problems of colonialism, decolonisation and racism, but also with issues of gender and class. Such voices have long been subject to a process of double invisibility.
Participating in the Meetings are Ângela Ferreira, Denise Ferreira da Silva, , Irineu Destourelles, Melissa Rodrigues, Raquel Lima, Rita Fabiana, Vânia Gala, the Museum Detox project and the Entities and Associations of Youth Mill, Djass, Femafro, INMUNE and Padema.

Tuesday, October 15, 2019

What will be? Conference Strategies, practices and performances in social arts

What will be? Conference
Strategies, practices and performances in social arts

PROGRAMME
DAY 1
OCTOBER 21, MONDAY
Auditorium, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
09h30
Welcome
10h00 – 12h00
Panel 1
Chair:
José Pedro Regatão | Community Public Art: Promoting Social Change
Jody Wood | Power of the Temporary: Social Art in Spaces of Transitional Living Mariana Carrolo |
Vânia Gala | Choreographies of Disappearance: opacity as a generative withholding
12h00 – 14h30 Outdoor Patio, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
Q.B. Performance (Helena Elias)
15h00 – 15h50
Keynote Speaker – Anna Viola Hallberg and Thomas Oldrell
16h00 – 16h10
Coffee break
16h10 – 17h00
Keynote Speaker – Anne Douglas
17h00
Concluding remarks

Drawing as a process to communicate the inmate's experience: Perception and Representation of Space
DAY 2
OCTOBER 22, TUESDAY
Auditorium, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
10h00 – 12h00
Panel 2 Chair:
Catarina Pires | Subversion as a Resistance Strategy in Artistic Activism Skider Md Zulkernine |
José J. G. Moura, Ana Alves Pereira, Isabel Roxo | What is a library for? What way to the future?
António Figueiredo Marques | Parasomnia: Sleep against capitalism

12h00 – 12h50
Keynote speaker – Sofia Wiberger
13h00 – 14h00
Lunch
14h00 – 14h50
Keynote speaker – Team of ‘Um Monumento para o Lousal’
14h50 – 15h00
Coffee break
15h00 – 16h30 Meeting room, Floor 1, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
Workshop Public Ethics/Urgent matters (Anna Viola Hallberg and Thomas Oldrell)
16h40 – 17h40 Meeting room, Floor 1, Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL)
Performance Manifest (Isabel Costa & Daniel Gamito Marques)

The Relationship Between Museums and their Communities in Bangladesh: Challenges and Opportunities
17h40 – Concluding remarks

https://whatwillbeconference.weebly.com/
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2 OUT'19 | Ciclo de Conversas AFROPORT - Afrodescendência em debate


O Projeto AFRO-PORT: Afrodescendência em Portugal: sociabilidades, representações e dinâmicas sociopolíticas e culturais. Um estudo na Área Metropolitana de Lisboa convida para a Conversa "Afrodescendência em Debate", integrada no Ciclo de Debates AFRO-PORT, com lugar na Casa Ninja (Av. Duque de Loulé 3A, Lisboa), dia 2 de outubro de 2019, às 18h30.
São convidados(as) para a conversa Kitty Furtado, Ana Tavares, Ana Tica, Evalina Dias, Vânia Gala, Rui Landim e Tito, com moderação de Sadiq Habib.
Entrada livre!



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